terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um pastor como ‘tábua da salvação’ da contingência do desamparado

Um pastor como ‘tábua da salvação’ da contingência do desamparado


Trabalho na modalidade acadêmica com vistas à obtenção de nota para efeito de avaliação final da disciplina “Freud como teórico da modernidade bloqueada”, Professor Vladimir Safatle, do curso “Filosofia e Psicanálise” da UFES.

Aluna: Melissa Brandão Pretralonga

O caso analisado refere-se ao histórico público de um pastor evangélico atuante no Rio de Janeiro, da Igreja Assembléia de Deus dos Últimos Dias, chamado pastor Marcos Pereira, alvo de reportagens da TV aberta e de jornais de circulação nacional, citados ao longo do texto e referenciados ao final do trabalho, no capítulo 4 - Referência biográfica.

O cerne da análise será a liderança e o fascínio exercidos pelo pastor em relação às massas a que se dirige: presos rebelados em presídios e delegacias, pessoas em conflito com a Lei: traficantes de drogas e seus cúmplices das comunidades cariocas de baixa renda (vulgarmente conhecidos como ‘morros cariocas’), freqüentadores de festas populares descritas como bailes funk que ocorrem nas comunidades cariocas.

Segundo as fontes consultadas para compor o trabalho, o pastor Marcos Pereira exerce um tipo peculiar de liderança: ele consegue a façanha de acalmar presos rebelados, converter criminosos a cristãos fiéis de sua igreja, mobilizar o trabalho de ex-criminosos na recuperação de outros cidadãos, o livre acesso às comunidades dominadas pelo poder dos traficantes (o crime organizado), a interrupção de bailes funk para pregar a Palavra de Deus, interromper julgamentos efetuados pelos criminosos, em regime de Tribunais de Exceção, além de tirar as pessoas do tráfico, consumo de drogas e do crime.

O termo peculiar foi utilizado neste trabalho para destacar a notória liderança exercida pelo pastor na medida em que suas ações e resultados obtidos, segundo consta nas reportagens consultadas, vão além do papel religioso e social da profissão, pois atuam na contingência de homens que, em situações cotidianas, não buscariam por amparo religioso e muito menos social.

Em linhas gerais, as reportagens consultadas dão conta da forma de agir do pastor: ele tem acesso livre a regiões consideradas proibidas pelo bom senso de serem freqüentadas por qualquer estranho ou até mesmo da polícia, as temidas ‘bocas de fumo’ das comunidades cariocas, além dos locais já citados (presídios, delegacias, etc.). Segundo consta, o pastor desfruta de popularidade entre os criminosos pelo seu trabalho de campo e também pelos resultados já alcançados.

Há também relatos de que o pastor promove exorcismos para livrar as pessoas dos espíritos do mal, que, segundo a fala do próprio pastor, são responsáveis pelos atos criminosos das pessoas. As conversões e até os exorcismos são filmados e transformados em DVDs, que são comercializados com o objetivo de, segundo o site do pastor, sustentar a obra de purificação de almas. Além da igreja, a obra inclui uma fazenda de recuperação de dependentes químicos, que segundo o discurso do pastor, salvou centenas de pessoas que haviam sido condenadas [à morte] pelo tráfico e que o Rio de Janeiro estaria muito pior se não fosse pela ação do pastor na recuperação de criminosos.

As situações classificadas anteriormente como tribunais de exceção referem-se ao tribunal do tráfico, responsável por eliminar os ratos de favela, expressão utilizada para denominar os criminosos que agem em desfavor da comunidade em que vivem, ao praticarem crimes contra a população local (como furtos e roubos), ou seja: o poder constituído do crime organizado convive bem com os criminosos que agem na sociedade (exclusivamente fora dos limites geográficos e sociais das favelas), mas não perdoam crimes em seus domínios. Além dos ratos de favela, os X9, expressão que significa delator: aquele que fornece aos traficantes rivais ou à polícia informações sobre os criminosos locais e suas ações, também costumam pagar com a vida pelo crime de delação nos julgamentos efetuados pelos tribunais de exceção. A presença e ação do pastor em tais situações costumam ser, além de bem sucedida, pontuais e até mesmo solicitadas pelos condenados. Seu método consiste em comparecer ao local em companhia de seus fiéis e interceder em favor dos réus, após a persuasão (exatamente nestes termos, pois não há intervenção da polícia ou de qualquer tipo de violência, apenas os argumentos do pastor) dos traficantes responsáveis pelas execuções. Segundo consta, os moradores são responsáveis pelas denúncias efetuadas diretamente ao pastor, por telefone, sobre a instituição dos tribunais do tráfico. Situação semelhante a descrita em relação a ação do pastor nas rebeliões em presídios e delegacias: num dos casos há o registro de que os presos rebelados, após um saldo de mais de 30 mortes, exigem a presença do pastor para negociar a rendição e o sucesso de sua atuação no controle da rebelião em poucas horas de conversa com os rebelados.

Nos bailes funk a ação do pastor é ainda mais peculiar: nestes locais, o pastor circula entre os freqüentadores (jovens, traficantes fortemente armados, crianças, garotas em trajes provocantes, todos envolvidos pela música de letras que fazem apologia ao sexo livre, à vida social das favelas, ao poder do crime organizado e à violência, entre outros temas nada líricos), sobe ao palco e solicita a interrupção da música, começa a pregar a palavra de Deus, entoa cânticos evangélicos e ocorre o fenômeno mais sui generis de todos os outros descritos: a massa aceita a interrupção e passa da sensualidade e vulgaridade da dança do funk para a passividade e docilidade do embalo provocado pelos cânticos. Mais do que isso, ocorre uma espécie de transe coletivo aonde os freqüentadores chegam a desmaiar, um a um, numa demonstração efetiva do poder exercido pelo pastor através de seus gritos de aleluia, glória a Deus, citações de passagens bíblicas e repetição dos refrões das músicas cristãs, cantadas pela equipe de fiéis do pastor que também sobe ao palco para compor o espetáculo.

O objetivo do trabalho está na compreensão do fenômeno da liderança de massas sob a luz da teoria freudiana quando trata da teoria social. É importante deixar claro que não compõe o objetivo uma apologia ao evangelismo assim como a crítica ao fenômeno religioso da conversão evangélica, apesar de ser protagonista do caso analisado um pastor evangélico e seus métodos.

A relevância da análise do caso está diretamente associada à importância da compreensão do fenômeno social do surgimento de figuras superegóicas capazes de “reduzir o político à mobilização libidinal do medo, do desamparo e de demandas fantasmáticas de segurança”:

(...) o pensamento de Sigmund Freud pode ainda dar conta de fenômenos sociais e políticos importantes para a compreensão da contemporaneidade. Freud fornece, sobretudo, uma chave para entendermos por que nossas sociedades modernas estão sempre às voltas com elementos regressivos. Ele nos demonstra como os riscos às nossas sociedades não vêm de fora, mas de dentro delas mesmas. (SAFATLE, 2010, p.54)

1. Visão teórica

Torna-se necessário classificar alguns atores do caso analisado à luz das expressões utilizadas por Freud na obra ‘Psicologia das massas e análise do eu’ analisada por SAFATLE, 2010.

O ambiente onde se desenvolve a trama religiosa são as comunidades periféricas (favelas), cujo clima é volátil principalmente pela situação de contingência dos seus moradores, cidadãos que vivem à margem do poder e constituem a base da pirâmide econômica do capitalismo: trabalhadores não especializados, proletários, operários e componentes do mercado informal, alem daqueles que desenvolvem suas ações profissionais a serviço do crime organizado, constituindo-se assim como criminosos, não no aspecto preconceituoso do termo, mas por estarem em conflito com a lei. Assim, temos aqui o cenário do desamparo social o medo da violência (os trabalhadores temem a violência do crime organizado, os criminosos temem as facções rivais, os moradores em geral temem a violência policial), desta forma, podemos inferir que este cenário se aproxima do que SAFATLE (2010 p. 43) classifica como demanda fantasmática de segurança.

No aspecto social, podemos classificar como desamparo a ausência ou mesmo ineficácia de políticas públicas e sociais de assistência efetiva (por infra-estrutura básica, como água encanada, educação e saúde de qualidade, políticas de segurança), além disso o desamparo pela situação de exclusão social, principalmente nos casos dos criminosos encarcerados, que se encontram alijados da sociedade, da convivência afetiva-familiar-conjugal, portanto em situação de demanda de amor.

Podemos classificar o pastor como uma figura de autoridade dotada de poder, que não é produto da força ou da coerção, mas como SAFATLE (2010 p. 23) esclarece “todo vínculo a autoridade é baseado sob alguma forma de demanda de amor e reconhecimento; ele nunca é simplesmente o resultado de alguma coerção”, ou seja, o pastor representa muito bem o papel de autoridade quando se coloca ao lado daqueles que são discriminados e temidos pela sociedade, se propõe a curá-los, não só aos criminosos condenados, mas também na defesa daqueles criminosos que se encontram sob intensa tortura e sentenciados de morte pelo tribunal do tráfico.

Para completar a classificação dos atores do caso à luz da teoria freudiana, podemos ainda utilizar o conceito ‘figuras marcadas pela onipotência’, descritas por SAFATLE (2010 p. 45) cuja característica podemos associar aos traficantes que são o alvo do pastor: nestes a onipotência seria produto do poder paralelo constituído pelo crime organizado.

Outra classificação relevante que podemos propor é sobre o termo citado por Safatle (...) “[a soberania] não é fundadora de lei e regras. Ela é antes a certeza de que leis e regras poderão ser suspensas por um princípio de soberania. “Dessa forma, os líderes fascistas permitiriam a manifestação do ressentimento contra uma Lei que, em larga medida, fora compreendida como a repressão exigida pelo mais forte” SAFATLE (2010 p. 45). As regras e a lei são suspensas ou pelo menos desobedecidas pelo pastor Marcos Pereira em diversas situações, a contar: quando ele utiliza um baile funk para pregar, certamente que presencia o tráfico, a presença de crianças e outros delitos, se tornando cúmplice de diversos crimes que na qualidade de cidadão teria obrigação de denunciar (princípio previsto na Legislação Brasileira) e não o faz. Assim como presencia crimes de tortura tanto nas delegacias, presídios quanto nos tribunais do tráfico, e que também não denuncia. Além disso, podemos citar a suspensão da lei do crime, que prevê que todo estranho que presencie a ação do crime organizado seja executado, mas o pastor continua vivo, imune à punição do sistema formal de Leis assim como do sistema de leis imposto pelo crime.

Também podemos utilizar o conceito de ressentimento contra a lei do mais forte, citada por Safatle que podemos, por analogia, associar aos criminosos em questão: a Lei formal não sobe os morros das favelas, mas o crime organizado institui um sistema de leis e inclusive institui um ‘tribunal de exceção’ já citado anteriormente, que tem uma força infinitamente maior do que o sistema formal. Ou seja, a lei do mais forte, do qual podemos inferir ser a Lei do Estado, mais forte que seu cidadão, a repressão do poder policial, capaz de produzir o ressentimento naqueles que estão sujeitos a esta força e instituir um sistema mais repressivo ainda. Aqui também encontramos eco nas considerações de Safatle: “Esse ressentimento deve vir paradoxalmente associado à fascinação pela ordem, pela rigidez, pela segurança. Queremos ser o veículo da lei, mas que seu peso repressivo não caia em nossos ombros” SAFATLE (2010 p. 45). Encontramos a aproximação com o cenário analisado: o crime organizado possui suas próprias leis, condena severamente aqueles que a desobedecem assim como são inflexíveis:

Através de sua teoria do desamparo, Freud insistira em que as sociedades modernas estariam abertas ao retorno de figuras superegóicas de autoridade vindas na linha direta do mito do pai primevo ou que permitem a identificação com tais tipos ideais, que prometem a encenação de um lugar de excepcionalidade no qual a transgressão da lei é possível. SAFATLE (2010 p. 43-4). (sem grifo no original).



Ainda analisando os efeitos da liderança do pastor, encontramos a situação mais bizarra dentre as descritas pelos jornalistas e vídeos consultados, que é o fenômeno da hipnose ou comoção coletiva, onde podemos fazer uma analogia direta ao texto de Freud “Psicologia das massas e análise do eu”, quando este descreve o fenômeno do contágio e sugestionabilidade (capítulo II) ao classificar todo grupo como “extremamente crédulo e aberto à influência”, o que explicaria o efeito em cadeia do transe e desmaio das pessoas ao ouvirem a pregação do pastor. Freud, no mesmo capítulo, também explica a excitação do grupo promovida pelo pastor: “Inclinado como é a todos os extremos, um grupo só pode ser excitado por um estímulo excessivo. Quem quer que deseje produzir efeito sobre ele, não necessita de nenhuma ordem lógica em seus argumentos; deve pintar nas cores mais fortes, deve exagerar e repetir a mesma coisa diversas vezes.” Podemos enxergar tal efeito quando o pastor repete para o público, no baile funk, a mesma coisa: aleluia e glória a Deus.

Assim, podemos colorir o quadro com cores fortes, à moda Frida Kahlo, onde teremos nas tonalidades acentuadamente fúcsia um sujeito central que construiu sua fama e popularidade de forma estratégica, inicialmente em tons pastéis, com foco naqueles indivíduos relegados ao esquecimento (usuários de drogas e bandidos), coloridos em tons acinzentados, em seu próprio habitat (sarjetas e bocas de fumo), acirradamente enegrecidos, conferindo ao nosso protagonista ares de coragem e inovação, uma vez que é pouco comum a ação de religiosos em tais locais. Ainda temos, em nossa pintura de contornos bem nítidos, a construção de um método (que se consolidou em receita de sucesso) em tons alaranjadamente tímidos, de exercício de influência e poder sobre indivíduos em conflito com os princípios da lei formal, baseado na coragem, inovação e astúcia de um líder que ousa, com palavras de fé e uma acentuada dose de senso de oportunidade, arbitrar em cenário draconiano, em favor dos condenados. Acentuando os tímidos alaranjados que colorem o método do pastor, podemos concluir nossa pintura em tons agora berrantes, com cenas públicas de espetáculo, a condecoração do protagonista em herói público, defensor dos fracos e oprimidos (os desamparados), capaz até mesmo de conter a fúria de presos rebelados e domar multidões em êxtase, ao som de repetidas palavras de ordem: Hei! [brado em forma de tiro], tá [sic] amarrado em nome de Jesus (para salvar dos tribunais de exceção os réus), Aleluia e Glória a Deus (para conter a fúria da massa rebelada e instituir o êxtase religioso em indivíduos minimamente propensos à religiosidade).

Podemos nos valer do conceito freudiano de identificação para arrematar o contraste de cores da nossa pintura: os indivíduos que se submetem ao poder do pastor experimentam a sensação de se identificarem com este líder, pois assim ele se constituiu, como um deles, mas investido do poder de Deus, o que contribuiria para ampliar nossa compreensão do fenômeno da liderança que aquele desfruta entre seus simpatizantes e seguidores. Aqui está nossa obra de arte naif, um líder e seus liderados, um império religioso que se sustenta pela fama adquirida e sustentada pela comercialização em DVD dos espetáculos de conversão.

Para finalizar, podemos inferir que o poder e a autoridade do pastor Marcos Pereira podem ser analisado à luz da teoria freudiana sem prejuízo à compreensão, pois nela encontramos elementos que desmistificam o fascínio exercido pelo pastor nas massas, por se tratar de um grupo, o que talvez não fosse possível observar em indivíduos isoladamente.

Também tivemos a oportunidade de analisar outros aspectos da teoria social freudiana, como a necessidade que as massas têm de um líder que lhes preencha com amor o desamparo e suas contingências.

Além disso, foi possível compreender como é volátil o narcisismo, que se desloca do eu e passa a compor o ideal do mesmo eu personificado pelo líder, por aquele que é capaz de dominar uma multidão sem utilizar qualquer tipo de violência ou coerção, mas apenas na mobilização libidinal do medo e do desamparo.

2. Proposições finais

Seria um líder como o pastor, capaz de mobilizar as massas para uma tomada de poder da burguesia? Explico: um grupo moderno, como os fiéis de uma igreja, poderia ser convencido a invadir pela força propriedades privadas e se apoderar de bens particulares?

Supondo que a resposta à questão acima fosse afirmativa, que tipo de poder seria capaz de intervir? A intervenção seria pelo uso da força? Ao utilizar a força bélica, por exemplo, e dispersar um grupo coeso, seus membros isolados ficariam enfraquecidos? Ou seriam capazes de se reorganizarem para manter o status quo?

Diante do progresso da tecnologia (convém explicitar que a expressão não é uma referência à “visão cientifica do mundo” de Freud, é apenas uma inferência do senso comum) poderíamos seguramente concluir que o homem, móvel das evoluções científicas e tecnológicas, evoluiu do seu estado selvagem para o atual estado de civilização. Analisar cenários como o descrito neste trabalho assim como outras situações de barbárie da atualidade (holocausto, xenofobia, extremismos religiosos, etc.), compromete a conclusão simplista de evolução e permite inferir que o homem cercou-se de progresso e modernidade, mas permanece essencialmente subproduto das pulsões instintuais, assim como o era antes mesmo de ceder à civilização?



3. Referências Bibliográficas

SAFATLE, Vladimir. Freud como teórico da modernidade bloqueada. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e a Distância, 2010.

acesso em setembro e outubro de 2010.

acesso em 12/10/10

acesso em 12/10/10

acesso em 12/10/10

acesso em 12/10/10

acesso em 12/10/10 acesso em 12/10/10



N° Edição: 2099
29.Jan.10 - 21:00
consultado em 04.Out.10

acesso em 12/10/10

acesso em 12/10/10



4 comentários:

  1. 3. Referências Bibliográficas
    SAFATLE, Vladimir. Freud como teórico da modernidade bloqueada. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e a Distância, 2010.
    www.scribd.com/doc/7153844/Freud-Psicologia-Das-Massas-e-Analise-Do-Eu acesso em setembro e outubro de 2010.
    Google.com.br ‘Pastor Marcos Pereira’ acesso em 12/10/10
    Youtube.com.br: ‘Pastor Marcos Pereira’ acesso em 12/10/10
    www.adud.org.br/> acesso em 12/10/10
    www.ipbbarretos.com.br/portal/destaques/a-seita-do-pastor-marcos-pereira> acesso em 12/10/10
    www.youtube.com/watch?v=DGoh8BpHaJo> acesso em 12/10/10
    www.youtube.com/watch?v=a_8yXzMidds acesso em 12/10/10
    www.youtube.com/watch?v=0Vl1Kr_3WHs&feature=related acesso em 12/10/10
    www.istoe.com.br/reportagens/46147_O+PASTOR+DOS+BANDIDOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage> N° Edição: 2099 | 29.Jan.10 - 21:00 | consultado em 04.Out.10
    oglobo.globo.com/rio/mat/2008/02/14/saiba_quem_o_lider_evangelico_marcos_pereira_da_silva_como_ele_virou_guia_espiritual_dos_bandidos_mais_afamados_do_rio-425656368.asp> acesso em 12/10/10
    www.mgnoticias.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2958:demonios-existem-pr-marcos-pereira-no-sbt-veja&catid=37:acontecimentos&Itemid=177> acesso em 12/10/10

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  2. Melissa,o tema é muito bom e penso que você poderia aproveitar os recursos do blog para incorporar no seu texto os hiperlinks disponíveis nas referências.

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  3. Vitor, obrigada pelo retorno. Tenho intenção de fazer as alterações, mas na verdade minha sabedoria limitada (ou minha ignorância ilimitada) não oferece condições para que eu edite o texto...(não sei cimo fazer!!!)(melissa)

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