(postado por melissa)
Há algum tempo venho sendo pressionada por colegas sobre minha abstinência orkutiana (?????), quer dizer, sempre tenho que responder perguntas do tipo: por que você não tem orkut? Já tive, em uma época em que era uma novidade americana, em 2004, mas cancelei por falta de tempo para responder e até mesmo checar meus recados...considero uma falta grave não responder um simples e-mail, quem dirá então um recado num site específico de relacionamento... prefiro relacionamentos reais e que não quero dispor do meu tempo criando um ser virtual que se alimenta de mensagens, recados, depoimentos...essas coisas. Não quero, é uma opção consciente e não uma resistência à tecnologia, pois me dou muito bem com ela.
Numa entrevista (http://super.abril.com.br/blogs/superblog/privacidade-esta-menos-importante-nas-redes-sociais-sera/) criador do Facebook Mark Zuckerberg fala que é o fim da moda da privacidade, baseado nas alterações que a referida rede social fez para atender as necessidades de seus usuários...
Não sou contra as redes sociais, elas são importantes e as pesquisas de um americano já começam a dar conta de que fazem bem à saúde (http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/redes-sociais-afetam-o-cerebro-do-mesmo-jeito-que-a-paixao/), aos negócios (http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=7&i=6924)... mas acredito que a privacidade não é uma ilusão que mereça ser desmistificada, ao contrário, deve ser preservada, se como mito, não importa, apesar de considerá-la um direito do qual não se deve abrir mão. Assim como acredito que as redes sociais não são a solução para a solidão, acredito que viver a maior parte do tempo em um mundo real, com amigos reais é muito mais importante e insubstituível...
(acabei de ser atropelada por uma dúvida: não tem corretor ortográfico no blog???...como assim????)
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